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Santa Catarina realiza ações de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis no Carnaval
Adicionada: 07/02/2018
 



O uso de camisinha é a forma mais simples e efetiva de garantir proteção durante as relações sexuais



O cuidado na prevenção das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) deve ser o ano todo, mas no período de Carnaval a atenção deve ser redobrada. Para ressaltar a importância do uso de preservativos em todas as relações sexuais, a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) repassou cerca de 3 milhões de preservativos (femininos e masculinos) para que os municípios distribuam antes e durante todo período do Carnaval.

 

Também foram enviados 100 mil sachês de gel lubrificante e 85 mil leques informativos. O leque lista as ISTs mais comuns, como cancro mole, HIV/Aids, donovanose, gonorreia, tricomoníase, sífilis, HTLV, hepatites virais, LGV, herpes genitais, DIP e HPV, além de abordar a gravidez indesejada como consequência do sexo inseguro. 

 

Para Eduardo Campos de Oliveira, médico infectologista da Dive, o uso de camisinha é a forma mais simples e efetiva de garantir proteção durante as relações sexuais. “Além de evitar uma gravidez indesejada, ela reduz os riscos de doenças como a infecção pelo HIV, a sífilis e as hepatites virais”, afirma o médico. O médico reforça a necessidade de rapidamente buscar auxílio médico nas unidades básicas de saúde se houver a presença de sintomas de qualquer uma das ISTs. 

 

Para os que se expuseram ao risco do contato com o HIV, por meio de relação sexual desprotegida, existe a Profilaxia Pós-Exposição (PEP). “Trata-se de um tratamento com medicação antirretroviral, que deve ser iniciado em até 72 horas após a provável exposição ao vírus e deve ser continuado por 28 dias, sempre sob orientação médica”, explica o diretor da Dive, Eduardo Macário. Esta é uma das medidas de prevenção que se associa à tradicional orientação pelo uso regular de camisinha ou o uso de medicamentos anti-HIV. 

 

Para saber os locais que oferecem a PEP e o Teste Rápido para HIV, sífilis, hepatites B e C no estado, basta acessar www.aids.sc.gov.br.



Fonte: Núcleo de Comunicação Diretoria de Vigilância Epidemiológica - Secretaria de Estado da Saúde | Foto: Reprodução
 

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