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Cras de São Lourenço do Oeste ampliará serviços em 2018
Adicionada: 07/02/2018
 



São atendidos pelo Cras indivíduos e famílias em situação grave de desproteção, pessoas com deficiência, idosos, crianças retiradas do trabalho infantil, pessoas inseridas no Cadastro Único, beneficiários do Programa Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros



O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) está vinculado a Secretaria de Assistência Social de São Lourenço do Oeste e se caracteriza como porta de entrada do Sistema Único de Assistência Social (Suas). Isso possibilita o acesso de um grande número de famílias à rede de proteção social de assistência social, com o objetivo de fortalecer a convivência com a família e a comunidade e o acesso da população aos serviços, benefícios e projetos.

 

São atendidos pelo Cras indivíduos e famílias em situação grave de desproteção, pessoas com deficiência, idosos, crianças retiradas do trabalho infantil, pessoas inseridas no Cadastro Único, beneficiários do Programa Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros. É dever do Cras ofertar o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (Paif) e o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV).

 

Conforme a secretária de Assistência Social, Adriane de Jesus, foram 590 atendimentos particularizados em 2017 pela equipe técnica de referência do Cras, além do acompanhamento de 134 núcleos familiares. Para a secretária, o trabalho foi intenso graças também as ações preventivas. “Ao todo, 773 pessoas participaram de palestras, oficinas e outras atividades de caráter não continuado promovidas através do Cras”, diz.

 

 

Para 2018

 

Uma das novidades será o SCFV para mulheres e idosos. De acordo com a secretária, serão incluídos grupos de atendimento para mulheres entre 19 e 59 anos e idosos (acima de 60 anos) em situação de vulnerabilidade social, “um grande avanço para a população de nosso município”.

 

Adriane ressalta que a Política de Assistência Social é pública para quem dela necessita. Para que o indivíduo tenha acesso aos serviços ofertados pelo Cras, ele precisa passar por um atendimento psicossocial que indicará qual a sua vulnerabilidade e a partir disso é que o mesmo será encaminhado ao serviço correto. “Outra questão importante a se falar é o tempo de permanência no serviço. Isso dependerá do grau de vulnerabilidade do usuário, portanto, a criança ou adolescente permanece no SCFV até que o ciclo de atendimento seja completo”, diz a secretária.



Atendimento Cras 2017

 

- 590 atendimentos particularizados;

 

- 134 núcleos familiares acompanhados;

 

- 29 núcleos familiares encaminhados ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas);

 

- 32 núcleos familiares atendidos regularmente pelo Grupo Acolher;

 

- 177 visitas domiciliares;

 

- O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) teve 88 participantes entre 7 e 14 anos e outros 50 de 15 a 17 anos;

 

- 773 Pessoas participaram de palestras, oficinas e outras atividades de caráter não continuado promovidas pelo Cras.



Fonte: Ascom Prefeitura de SLO | Foto: Ascom Prefeitura de SLO
 

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