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Profissionais da Fundação Hospitalar passam por capacitação com psicóloga
Adicionada: 09/05/2018
 



 A formação foi uma iniciativa do próprio hospital e buscou oportunizar a troca de experiências entre o grupo, mas também permitir a reflexão



Na semana passada, no auditório da Fundação Hospitalar São Lourenço, todos os profissionais da entidade passaram por uma capacitação. O trabalho de formação, que foi dividido em dois períodos, foi conduzido pela psicóloga Cleonice Lazzarotto, de Chapecó. 

 

Cleonice explica que a formação foi uma iniciativa do próprio hospital e buscou oportunizar a troca de experiências entre o grupo, mas também permitir a reflexão. Ela conta que o tema central, “O que nos torna humanos”, buscou gerar um debate em torno dos serviços ofertados pela entidade hospitalar, dos profissionais e dos usuários. 

 

Frisando que dentro de uma unidade de saúde a carga de trabalho é grande, já que há a exposição, por exemplo, a dor, sofrimento e vivências que nem sempre são agradáveis, a psicóloga defende que esse tipo de formação oportuniza um momento onde as pessoas se conhecem e se enxergam como parte importante dentro do trabalho de atendimento. Ela emenda alegando que é onde os profissionais percebem a importância do seu trabalho e a atenção que elas precisam demandar para elas mesmas. “Para poder ajudar o outro, nós, enquanto humanos, precisamos nos reconhecer e nos cuidar”, chama a atenção. 

 


Formação 

 

Para dar conta do assunto e permitir uma melhor absorção, Cleonice disse que formação teve conteúdo teórico, para fundamentação, mas também contou com vivências, aonde o grupo conseguiu se conhecer melhor. “Esse formato permitiu que os profissionais expressassem os sentimentos enquanto equipe”. 

 

Chamando a atenção para o envolvimento total dos profissionais, a psicóloga falou que todos os setores estiveram integrados na formação. “A gente precisa pensar o hospital como uma unidade em que todos precisam trabalhar visualizando o todo”, disse emendando que neste caso todos são importantes e indispensáveis para o bom funcionamento das atividades. 

 

Em resumo, Cleonice falou que a formação buscou melhorar a qualidade de vida dos profissionais e, como consequência, o atendimento dos pacientes. “Quando os trabalhadores estão bem, o atendimento é melhor”, disse ela observando que a gestão do hospital está aberta para que haja um atendimento mais humanizado. “Eu vejo que o grupo está em sintonia e mobilizado com a causa. Isso faz a diferença”, observa a psicóloga. 



Fonte: Ascom Hospital da Fundação | Foto: Ascom Hospital da Fundação
 

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