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Superintendente aeroportuário fala sobre aeroporto de Chapecó para empresários lourencianos
Adicionada: 11/07/2018
 



O encontro oportunizou a discussão sobre a situação atual, projetos futuros, ampliação e perspectivas de novos voos no aeroporto de Chapecó



Atendendo a um convite da Associação Empresarial de São Lourenço do Oeste (Acislo), o superintendente do Aeroporto Serafin Enoss Bertaso, Eglon Buraseska, conversou na noite desta terça-feira (10) com empresários lourencianos. O encontro oportunizou a discussão sobre a situação atual, projetos futuros, ampliação e perspectivas de novos voos no aeroporto de Chapecó. 

 

Aos empresários, Buraseska disse que o aeroporto de Chapecó é municipal, mas tem um status regional, pois serve cerca de 330 municípios do Noroeste do Rio Grande do Sul, Oeste e Extremo Oeste de Santa Catarina e Sudoeste do Paraná. Ao longo da conversa ele explicou, por exemplo, como está o projeto que prevê a ampliação do aeroporto, especialmente no terminal de passageiros. “Esperamos que saia do papel, até por que foi o primeiro ato do governador [de Santa Catarina], Pinho Moreira, quando assumiu e veio a Chapecó”, disse ele emendando que foi o único aeroporto contemplado em todo o sul do país. A expectativa é que ainda em 2018 as obras sejam iniciadas. 

 

Respondendo questionamentos sobre especulações de privatização, o superintendente aeroportuário falou que isso é uma tendência nos principais aeroportos do Brasil e Chapecó deve entrar nessa. “Nós pretendemos fazer essa concessão após o término da obra. Vamos deixar o aeroporto pronto e funcionando mais adequadamente do que está para esses parceiros assumir a administração”, disse ele sem adiantar datas. 

 

Questionado sobre o cancelamento de voos devido às condições climáticas, Buraseska explicou que o índice de cancelamento de Chapecó é baixo se comparado com outros aeroportos, porém, lembrou que o problema maior é o trauma que um cancelamento causa nos passageiros, já que afeta a agenda das pessoas. Para minimizar isso, ele sugere como alternativa o aumento de linhas. “Havendo mais linhas, se um voo for cancelado, uma, duas, talvez três horas depois o passageiro embarca novamente e segue viagem. Hoje é diferente, ele precisa seguir viagem de ônibus ou remarcar para outro dia”, complementa frisando que a administração e a infraestrutura do aeroporto estão preparadas para receber novas operações. “Agora depende das companhias aéreas trazerem essas novas linhas”, revela.  

 

Para o presidente da Acislo, Marcio Nierotka, a conversa foi importante, pois é um assunto estratégico que tem ligação direta com as empresas de São Lourenço do Oeste, já que os empresários se utilizam da estrutura para tratar de negócios no Estado, Brasil e mundo. “Foi entendendo a importância que o aeroporto tem para os lourencianos que nós viabilizamos essa conversa”, disse ele emendando que sabendo do andamento dos projetos de ampliação e possibilidades de privatização, por exemplo, os empresários poderão ou não fazer novos investimentos. “É um assunto estratégico”, resume frisando que essa mediação e assessoramento faz parte da missão da Acislo. 

 

 

Importância 

 

Embora os números mostrem a importância que o aeroporto tem no setor de transporte de pessoas, o superintendente aeroportuário lembra que a estrutura é fundamental para o transporte de órgãos, também. Além disso, hoje a estrutura aeroportuária de Chapecó abriga o helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina. Buraseska não descarta a possibilidade de a estrutura servir, num futuro próximo, para o transporte de carga, já que a região é uma grande produtora, por exemplo, de proteína animal.



Fonte: Ascom Acislo | Foto: Ascom Acislo
 

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