Entrega foi realizada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, em Brasília.
Santa Catarina conquistou importantes reconhecimentos nacionais na última sexta-feira, dia 29. Durante evento em Brasília, o Ministério da Saúde concedeu ao estado o “Certificado de Eliminação da Transmissão Vertical do HIV” e o selo de "Boas Práticas no Controle da Transmissão Vertical da Sífilis".
A transmissão vertical ocorre quando a mãe infectada transmite doenças como HIV, sífilis ou hepatite B para o bebê durante a gestação, parto ou amamentação. Para evitar esse tipo de transmissão, o diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais.
A entrega foi realizada pela ministra da Saúde, Nísia Trindade Lima, à infectologista Regina Valim, gerente de Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST), HIV/Aids e Doenças Infecciosas Crônicas da Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), e à enfermeira Carina Veloso de Luca Janesh, da mesma gerência.
Além do estado, os municípios de Tubarão, Brusque, Joinville e Jaraguá do Sul também foram certificados, destacando-se pelas estratégias eficientes no enfrentamento das doenças. As certificações refletem o compromisso e a qualidade do trabalho realizado, destacando que a eliminação dessas doenças na saúde pública é possível.
“Essa é uma ação que já vem sendo desenvolvida em parceria com os municípios há algum tempo, porque o nosso objetivo sempre foi buscar essa eliminação. A certificação que alcançamos mostra que é possível eliminarmos a transmissão do HIV de forma congênita, bem como avançar na eliminação da sífilis congênita. Certamente temos desafios importantes ainda, mas mostra que é possível eliminar essas doenças como problema de saúde pública”, ressalta João Augusto Fuck, diretor da Dive.
Os critérios para obter o certificado incluem, entre outros requisitos, ter uma população superior a 100 mil habitantes e seguir os parâmetros do Guia de Certificação da Eliminação da Transmissão Vertical de HIV e/ou Sífilis, em alinhamento com os critérios da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS).
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